Pular para o conteúdo principal

DIS 1/2018 - Cronograma de apresentações

Aula Módulo Data Texto Pessoa responsável pela apresentação
1 1.1 06/mar Webster. Theories of the information society. P 1-37 Prof. Alexandre Veronese
1 1.1 06/mar Fuchs. Internet and society. P 98-120 Prof. Alexandre Veronese
2 1.2 13/mar Castells. Communication Power. P 10-136 (caps 1 e 2) Henrique Felix / Prof. Alexandre Veronese
3 1.3 20/mar Murray. Information, technology, law. P 37-83 (caps 3 e 4) Prof. Alexandre Veronese
3 1.3 20/mar Murray. The Regulation of Cyberspace. P 233-251 (cap 8) Prof. Alexandre Veronese
3 1.3 20/mar Murray. Nodes and gravity in virtual space Aline Iramina
3 1.3 20/mar Lessig. Code. P 120-137 Aline Iramina
4 1.4 27/mar Unwim. The internet and development Alexandre Felix Gross
4 1.4 27/mar May. Intellectual property rights, capacity building, and "informational development" in developing countries Marcelo Nogueira
5 2.1 03/abr Epstein et al. Doing internet governance Leonardo Arêba
5 2.1 03/abr Marsden. Introduction: information and communication technologies, globalization, and regulation Prof. Alexandre Veronese
5 2.1 03/abr Samuelson. Five challenges for regulating the global information society Prof. Alexandre Veronese
5 2.1 03/abr van Schewick. Internet architecture and innovation. P 37-112 (caps 2 e 3) Humberto Pontes
6 2.2 10/abr Grewlich. Telecommunications and << cyberspace >> Wenderson Siqueira
6 2.2 10/abr Freedman. The internet of rules Alex Fowler
6 2.2 10/abr Daly. Private power, online information flows and EU law. P 1-42 (caps 1 e 2) Prof. Alexandre Veronese
7 2.3 17/abr Morris. Injecting the public interest into internet standards. P 1-12 (cap 1) Francisco Martins
7 2.3 17/abr Kuner. Transborder data flows and data privacy law. (caps 3, 4 e 8) Eric Jaspens
7 2.3 17/abr Murray. The Regulation of Cyberspace. P 3-54 e 74-125 (caps 1 e 4) Rogério Vilela
8 2.4 24/abr Denardis. The emerging field of internet governance Pedro da Cunha
8 2.4 24/abr Denardis. The global war for internet governance. P 107-172 (caps 5 a 7) Igor Rocha
9 3.1 01/mai Mueller. Ruling the root. P1-12 e 211-226 (caps 1 e 10) Igor Matos
9 3.1 08/mai von Bernstorff. The structural limitations of network governance Igor Matos
9 3.1 08/mai Ladeur. ICANN and the illusion of a community based internet Igor Matos
9 3.1 08/mai Mueller & Woo. Spectators or players? Prof. Alexandre Veronese
10 3.2 15/mai Mueller. Networks and states. P 1-13 e 55-125 (caps 1, 2, 5 e 6) Gabriel Miranda
10 3.2 15/mai Cogburn. The multiple logics of post-snowden restructuring or internet Adriano Martins
11 3.3 22/mai Belli. De la gouvernance à la régulation de l'internet. P 17-33 (introdução) Prof. Alexandre Veronese
11 3.3 22/mai Dutton & Peltu. The new politics of the internet Marcos Fraga
12 3.4 29/mai Aguiton & Cardon. The coordination of internetional civil society and uses of the internet Lívia Brito
12 3.4 29/mai Brousseau & Marzouki. Internet governance Henrique Felix
12 3.4 29/mai Dedeurwaerdere. Democratic governance and reflexive modernization of the internet -
12 3.4 29/mai Weber. Shaping internet governance. P 73-103 Lívia Brito
13 3.5 05/jun Deibert et al. Access denied. (caps 1 e 2) Jorge Machado
13 3.5 05/jun Dutton & Peltu. The emerging internet governance mosaic Henrique Felix
13 3.5 05/jun Owen. Disruptive power. (caps 1 e 9) Mariana Rabelo
14 3.6 12/jun Goldsmith & Wu. Who controls the internet? P 129-184 Rubens Ventura
14 3.6 12/jun Wu & Yoo. Keeping the internet neutral? Igor Matos
14 3.6 12/jun Wu. Network neutrality, broadband discrimination Prof. Alexandre Veronese
14 3.6 12/jun Yoo. Network neutrality and the economics of congestion Prof. Alexandre Veronese
15 4.1 19/jun Brown & Marsden. Regulating code. P i-xix e 163-203  Leonardo Arêba
15 4.1 19/jun Tambini et al. Codifying cyberspace. P 1-27 e 269-306 Thiago Ribas
16 4.2 26/jun Frydman et al. Co-regulatuion and the rule of law Márcio Freitas
16 4.2 26/jun Marsden. Net neutrality. P 1-28, 133-179 e 211-236 (introdução, caps 5 e 6, e conclusão) Alexandre Pontieri
17 4.3.1 03/jul Musiani. Giants, dwarfs and decentralized alternatives to internet-based services. P 81-94 Mariana Rabelo
17 4.3.1 03/jul Musiani. Nais sans géants. P 225-251 Prof. Alexandre Veronese
17 4.3.2 03/jul Dulong de Rosnay. Les golems du numérique. P 109-237 (Seconde partie, caps 6 a 10) Prof. Alexandre Veronese

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha Teoria Matemática da Comunicação - Shannon e Weaver

Entender o que é  Formulada nas primeiras décadas do século XX, por Claude Shannon e Warren Weaver, a Teoria da Informação procurou, num primeiro momento, apresentar uma base matemática destinada a estudar problemas na transmissão de mensagens pelos canais físicos. (NETTO; 1996) Weaver trabalhou como engenheiro na companhia Bell’s Telephone com a intenção de diminuir o nível de ruído físico das ligações telefônicas. Eles classificavam ruído como todo e qualquer elemento que venha a interferir no caminho da mensagem. (MARTINO; 2009) “O modelo de Shannon e Weaver se apresenta como uma aplicação das possibilidades das Teoria da Informação no sentido de quantificar os dados e diminuir o ruído para estabelecimento de uma situação ideal de comunicação (…)”(MARTINO; 2009; 254) Conteúdo: MODELO MATEMÁTICO PROPOSTO POR SHANNON E WEAVER QUE FOI ADAPTADO À COMUNICAÇÃO HUMANA OBSERVAÇÃO: O modelo proposto por Shannon e Weaver foi considerado pelos críticos como uma concepção p...

Resumo Information Technology Law - Murray

Lei de Tecnologia da Informação: A lei e a sociedade (tradução livre) De Andrew Murray Oxford: Oxford University Press, 2013. 602 pp (incl índice). ISBN 978-0-19-966151-0. £ 37,99.  Cite como: E Linklater, “Book Review: Lei de Tecnologia da Informação: A lei e a sociedade”, (2014) 11: 2 SCRIPTed 200 http://script-ed.org/?p=1549  baixar PDF: DOI: 10.2966 / scrip.110214.200   Descrever um livro, um curso universitário ou uma prática área como estando sob o guarda-chuva da “lei de tecnologia da informação” (lei de TI) é notavelmente ilusório em sua simplicidade: essa aglomeração de tópicos, cada um garantindo um título autônomo para si, não é fácil de inventar de uma forma inclusiva. De fato, a natureza da “tecnologia da informação” em si significa que é exotérmica, sujeita a constante crescimento e exposição para a ira da regulamentação, seja na forma legal, social ou científica. Embora seja claro que a lei tecnológica é um assunto atraente para os al...